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| CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR Foi em 1962, de acordo com a notícia local, que a figura da Verónica foi introduzida na Procissão de Sexta-Feira Santa |
30 março, 2013
Semana Santa em Penacova
28 março, 2013
X Capítulo da Confraria da Lampreia de Penacova vai realizar-se no dia 6 de Abril
O X Capítulo da
Confraria da Lampreia vai realizar-se dia 06
de Abril de 2013 com o seguinte
programa:
9h30m
Acolhimento
e Sessão Solene de Boas Vindas – Câmara Municipal de Penacova
10h00m
Espumante
de Honra na Pérgola Raul Lino
11h00m
Desfile
das Confrarias
12h00m
Cerimónia
de Entronização de Novos Confrades no Centro Cultural de Penacova
13h00m
Oração
de Sapiência
14h00m
Almoço
na Escola Secundária de Penacova
16h30m
Sarau
Cultural – Encerramento da Época da Lampreia
Participação
do Coral Divo Canto de Penacova e do Grupo de Fados Momentos
de
Coimbra.
A
respectiva inscrição deverá ser feita até dia 31 de Março para o endereço de
email -
24 março, 2013
Cartas Brasileiras: Do Outro Lado do Rio
Meu pai era iporanguense, dai minha ligação com a cidade.
As primeiras ocupações do lugar se deram em meados de 1576, com a formação
do Garimpo de Santo Antônio, a oito kilômetros da foz do Ribeirão Iporanga, que
desemboca no Ribeira de Iguape.
Seguiu-se a exploração do ouro. Era tanto o ouro que a igreja tem os sinos
fundidos na Europa com o brasão do Império.
A extração trouxe mais gente, a fixação se deu em pequenos núcleos, com atividade agrícola de subsistência, cana
de açúcar e cereais; depois, arroz, mandioca, mais tarde as plantações de banana.
VEJA AQUI UM VÍDEO
É uma cidade com muita religiosidade. Anualmente, em 31 de dezembro é
realizada a Festa de Nossa Senhora do Livramento, quanto a imagem desce o rio
em uma balsa, em romaria, acompanhada por canoeiros. Devotos acompanham a
descida em bóias feitas com câmaras de ar de pneu de caminhão. No final da
festa a Santa sobe o rio na balsa, levada para a capelinha onde fica até o
próximo ano. A balsa é desmontada.
Iporanga tem 2.032 habitantes na cidade e 2.702 na zora rual.
As casas de Iporanga da minha infância eram iluminadas apenas durante pouca parte da noite. Era uma luz amarela fornecida por um gerador a diesel. Nos finais de tarde, quando o dia ia morrendo e a noite chegava, sentava-me, com meu irmão, nas escadarias da igreja para ver as estrelas nascerem. Íamos contando uma a uma, conforme eram encontradas.
As casas de Iporanga da minha infância eram iluminadas apenas durante pouca parte da noite. Era uma luz amarela fornecida por um gerador a diesel. Nos finais de tarde, quando o dia ia morrendo e a noite chegava, sentava-me, com meu irmão, nas escadarias da igreja para ver as estrelas nascerem. Íamos contando uma a uma, conforme eram encontradas.
Cinco, gritava eu! Seis, respondia.
Veja aquelas pequeninas lá! Sete! Oito!
Nove!. Assim prosseguíamos, até que de repente, na quase completa escuridão da
noite, podíamos contemplar o céu repleto de estrelas, espetáculo que hoje
somente pode ser visto bem longe das luzes das cidades. Às vezes, tirávamos os
sapatos, deles fazíamos almofadas para apoiar as cabeças; deitados de barriga
para cima, podíamos contemplar melhor a beleza. Nossos pais, juntamente, com
nosso avô, ficavam dando voltas pela igreja. Quando mamãe via que estávamos
deitados no chão, ensaiava uma reprimenda, no que era contida pelo sogro. Ele, muito
calmo e com um sorriso no rosto, demonstrava adorar as peraltices dos netos. A
dos filhos nunca aceitara; como todo
avô.
A Iporanga de hoje
iluminada pelo progresso tem as estrelas do céu quase apagadas. Recentemente,
quando lá estive, para que pudesse ver, novamente, o espetáculo da noite
estrelada, atravessei a ponte para cruzar o rio, fui um pouco além da cidade.
De lá pude sentir o mesmo deslumbramento da infância. Pude contar as estrelas,
até mesmo identificá-las. Deitei-me na grama de barriga parar cima, sem me preocupar
com o pito de minha mãe. Ela não estava mais lá, quem sabe fosse a estrelinha
mais brilhante. Meu avó também não estava lá. Nem mesmo meu pai. Ele, depois da longa
caminhada percorrida, preferiu ficar descansando, sentado no banco da praça da
igreja, aguardando que eu retornasse do outro lado do rio.
P.T.Juvenal Santos
21 março, 2013
20 março, 2013
Entrada gratuita a Pais e Filhos assinala Dia do Pai nas Piscinas Municipais
O Dia do Pai vai ser assinalado nas Piscinas Municipais no próximo sábado, uma iniciativa do Município em parceria com a Secção de Natação da Casa do Povo de São Pedro de Alva.
O programa consta de um Dia Aberto a Pais e Filhos(as) podendo usufruir da Piscina, ao longo de todo o dia em regime livre e participar, entre as 19H00 e as 20H00 numa aula de Hidroginástica.
Os participantes nesta aula recebem um cartão pack família 3/4 com 10 entradas, no valor de € 15 / € 20.
18 março, 2013
Pintura de Luísa Mota no Centro Cultural de Penacova
Encontra-se patente no Centro Cultural de Penacova uma exposição de pintura de Luisa Mota. Para visitar até ao dia 5 de Abril.
A título de curiosidade, refira-se que Maria Luísa Antunes Mota é filha de Manuel Antunes Carvalho, também conhecido por “Tí Luís
Latoeiro”, de Cernache (Coimbra) falecido em 2010 e considerado como um dos últimos latoeiros da região.
17 março, 2013
III Gala distinguiu pessoas e instituições ligadas ao desporto penacovense
Realizou-se ontem a III Gala do Desporto no Centro Cultural de Penacova. Apresentada pelo jornalista penacovense Álvaro Coimbra, contou com a animação musical do Ensemble de Saxofones da Filarmónica Lorvanense e do cantor Tó Ferreira, intercalada por momentos de Stand- Up Comedy , pelo humorista João Seabra.
De referir que, integrada na cerimónia, teve lugar a entrega pública dos Prémios atribuídos ao Município de Penacova no âmbito da Pesca Desportiva pela Associação Regional das Beiras e pela Federação Portuguesa de Pesca Desportiva.
Foram atribuídos os seguintes prémios:
Prémio ATLETA DE FORMAÇÃO: Miguel Simões ( Futsal - G. S. S. D. C.R. de
Miro)
Prémio ATLETA REVELAÇÃO MASCULINO: Leandro Rosas (União Futebol Clube)
Prémio ACONTECIMENTO do Ano: Campeonato Nacional de Karate
Prémio TREINADOR do Ano: Carlos Fonseca ( Iniciados - G. S. S. D.C.R. de Miro)
Prémio VETERANOS: Pedro Ministro (Clube de Pesca de Penacova)
Prémio REVELAÇÃO FEMININA: Flávia Cunha ( Atletismo-União FC)
Prémio DEDICAÇÃO: David Gomes, Diogo Pereira e Joel Cunha (Clube Karate
Penacova)
Prémio ÁRBITRO do Ano: Albertino Saramago (Atletismo)
Prémio EQUIPA do Ano: Downhill do União Desportiva
Lorvanense
Prémio DIRIGENTE do Ano: Lígia Fonseca ( Secção de
Natação da Casa do Povo de S. Pedro de Alva)
Prémio PROMOÇÃO DESPORTIVA: União Popular e
Cultural de Chelo
Prémio TREINADOR do Ano: André Pimpão ( União
Futebol Clube)
Prémio ATLETA do Ano: João Góis (Downhill – UD Lorvanense)
Prémio COMPROMISSO com o Desporto: Programa de
Gerontomotricidade: Santa Casa da Misericórdia de Penacova, Centro de Bem Estar
Social de Figueira de Lorvão, Centro Social Paroquial de Lorvão, Fundação Mário
da Cunha Brito, e Grupo de Solidariedade Social, Desportivo, Cultural e
Recreativo de Miro.
Prémio CLUBE do Ano: União Futebol Clube
Prémio CARREIRA: António Marques (Lorvão)
Prémio ENTIDADE: Penacova Actual (Blogue / Website)
Prémio ESPECIAL do Júri: Agrupamento de Escuteiros de Penacova
Prémio MUNICÍPIO de Penacova: Mocidade Futebol Clube (fundado em 1932)
15 março, 2013
Espaço Jovem foi inaugurado na Biblioteca Municipal
Acaba de ser inaugurado na Biblioteca Municipal, o “Espaço
J” inteiramente dedicado aos jovens. Criado com o objetivo de servir a população jovem do
concelho, com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos.
De acordo com a nota
de imprensa enviada ao Penacova Online
o “Espaço J” visa não só a criação de
oportunidades iguais no que diz respeito ao acesso à informação, como também a
existência de um local onde se possa proporcionar o encontro entre jovens para
troca de ideias e experiências, desenvolver atividades e realizar os projetos.
Disponibiliza, igualmente, informação sobre programas e
iniciativas desenvolvidas pela Câmara Municipal de Penacova e outras entidades,
e promove atividades lúdicas, pedagógicas e culturais.
Dispõe de uma zona de leitura e convívio; uma zona
polivalente para ações formativas e atividades lúdicas e culturais e está apetrechado
com 10 computadores com acesso gratuito à internet, consolas, tablet, CD´s, Dvd´s, livros e revistas.
O projeto “Espaço Jovem” foi um dos 15 premiados, a nível
nacional, pela Fundação Calouste Gulbenkian que, todos os anos promove projetos
de promoção da leitura em bibliotecas públicas. As Bibliotecas contempladas por
aquela Fundação foram Beja, Penacova, Coimbra, Mértola, Alandroal, Vouzela,
Felgueiras, Fundação Mário Soares, Gouveia, Batalha, Guarda, Vila Franca de
Xira, Maia, Odivelas e Benavente.
13 março, 2013
A propósito da III Gala do Desporto: quem se lembra do penacovense José Rodrigues da Silva?
Falamos de José Rodrigues da Silva, comerciante em Lisboa mas natural de Monte Redondo - Figueira de Lorvão.
Em 1944 foi Campeão Nacional de Tiro ( Carabina na Posição de Deitado) e nos Jogos Olímpicos de 1948 esteve em Londres, ano em que a medalha de ouro naquela categoria foi conquistada por Arthur Cook ( EUA).
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Recordemos também outro penacovense: Aniceto Simões (que há dois anos foi homenageado na I Gala do Desporto). Esteve na final dos 500 metros nos Jogos Olímpicos de de Montreal onde foi 8º classificado.
12 março, 2013
10 março, 2013
01 março, 2013
Autárquicas 2013: candidaturas de Humberto Oliveira e de Mauro Carpinteiro já são oficiais
28 fevereiro, 2013
23 fevereiro, 2013
21 fevereiro, 2013
Comissão Concelhia do PCP presta Homenagem a Manuel Tomé
Refere a Nota que recebemos:
"Manuel Veiga Tomé deixou-nos
há um ano.
Penacova,
21 de Fevereiro de 2013
Pel’A Comissão Concelhia de Penacova do PCP,
"Manuel Veiga Tomé deixou-nos
há um ano.
Professor, autarca,
comunista, homem integro, dedicou a sua vida à causa pública, à luta por uma
vida melhor para todos.
O seu exemplo continua a
ser uma referência de coragem e verticalidade e um farol que nos guia na nossa
atividade.
Por isso e pela amizade
que lhe temos, vamos visitá-lo numa romagem ao cemitério de Chelo – a sua
última morada – no próximo sábado, dia 23 de fevereiro, pelas 17 horas, onde
colocaremos uma coroa de flores. Convidamos os seus amigos a juntarem-se neste
ato simbólico."
Eduardo Ferreira
20 fevereiro, 2013
15 fevereiro, 2013
Casa do Concelho de Penacova: uma associação regionalista cheia de dinamismo
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| Visite o website clicando na imagem |
A Casa do Concelho de Penacova é uma associação regionalista, sem fins
lucrativos, composta por pessoas singulares e colectivas ou equiparadas. Foi fundada em 9 de Junho de 1994, por escritura pública realizada no 20º
Cartório Notarial de Lisboa, publicada no “Diário da Republica” nº 174 / 94
(III Série) de 29 de Julho de 1994. Foram fundadores José Bernardes de
Oliveira, natural de S. Pedro de Alva, e António Pimentel, Carlos Augusto Luís
Simões e António Vicente Cabral, naturais de Penacova. Sucedeu à LACP (Liga dos
Amigos do Concelho de Penacova) que, com esse objectivo, tinha sido fundada em
15 de Junho de 1985 pelos mesmos penacovenses, e outro, José Fernandes.
A Casa do Concelho de Penacova tem como principal finalidade:
promover culturalmente os seus associados;
desenvolver a solidariedade entre os naturais do concelho ou que a ele se
sintam ligados por laços familiares ou de amizade;
divulgar as suas belezas paisagísticas, o seu património cultural e
artístico, a sua gastronomia, o seu artesanato e o seu folclore;
participar no desenvolvimento do
concelho e prestar apoio possível ao seu comércio e à sua indústria;
defender o concelho de tudo o que possa causar-lhe danos morais ou
patrimoniais;
organizar eventos culturais,
recreativos e outros de carácter regionalista, entre sócios e simpatizantes;
favorecer a prática de modalidades desportivas;
colaborar com as associações similares e com as autarquias do concelho;
auxiliar, dentro do possível, os penacovenses que se encontrem carenciados.
A Casa do Concelho de Penacova é sócia fundadora da ACRL – Associação das
Casas Regionais em Lisboa – fez parte do seu Conselho Fiscal de 2008 a 2010
sendo presentemente Vice-Presidente da Direcção para Área Patrimonial,
Equipamento e Logística.
A sede, na Calçada de Carriche, nº 47 B, freguesia da Ameixoeira, em Lisboa, está aberta a todos os associados,
familiares e amigos, durante os fins-de-semana, das15h00 às 19h30, com o bar em
funcionamento.
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| Progama que nos foi enviado pelo Presidente da Direcção, José Bernardes de Oliveira |
13 fevereiro, 2013
Aniversário dos Bombeiros contará com a presença do Bispo de Coimbra
O 83º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Penacova vai ser assinalado nos dias 23 e 24 próximos. No dia 23, a partir das 9 horas, terá lugar um Seminário sobre Salvamento em Grande Ângulo, com a presenças de diversos oradores. Nesse dia, às 21 horas no Centro Cultural actuarão o Coral Divo Canto, Grupo de Cordas da AAC e Grupo de Cavaquinhos da Rebordosa. No domingo, dia 24, o Bispo de Coimbra presidirá à celebração da Eucaristia pelas 10.30 e pelas 12.30 decorrerá um almoço-convívio.
Cartaz Gastronómico Lampreia e Sável 2013
Realiza-se amanhã, pelas 11.30, em Sever dodo Vouga uma conferência de imprensa para apresentação do cartaz gastronómico LAMPREIA E SÁVEL 2013, promovida pelo Turismo do Centro.
O cartaz “Lampreia e Sável 2013” agrega seis eventos gastronómicos que se realizam entre os meses de Fevereiro e Abril’13 nos municípios de Figueira da Foz, Penacova, Montemor-o-Velho, Sever do Vouga, e Murtosa.
A sessão conta com a participação de Pedro Machado – presidente da Turismo Centro de Portugal, e dos presidentes das cinco câmaras referidas.Após apresentação do cartaz, a Câmara Municipal de Sever do Vouga promove um momento de degustação nas instalações da Biblioteca Municipal.
Eventos gastronómicos cartaz LAMPREIA E SÁVEL 2013:
Festival do Sável e Lampreia | 15 a 17 de Fevereiro de 2013
| Figueira da FozXVI Festival da Lampreia | 22, 23 e 24 de Fevereiro de 2013 | Penacova
11.º Festival do Arroz e da Lampreia | 1 a 10 de Março de 2013 | Montemor-o-Velho
XIII Rota da Lampreia e da Vitela | 09 a 17 de Março de 2013 | Sever do Vouga
XVI Gastronómico da Lampreia da Ria | 16 de Março de 2013 | Ribeira de Pardelhas - Murtosa
VI Festa do Sável e da Lampreia da Ria | 20 de Abril de 2013 | Ribeira de Pardelhas - Murtosa
12 fevereiro, 2013
Exposição na Torre do Tombo "O Foral Novo: registos que contam histórias"
Em passagem por Lisboa visitámos a exposição que até 30 de Abril vai estar aberta ao público. Neste ano em que se comemoram os 500 anos da reforma dos forais levada a cabo pelo rei D. Manuel I entre 1495 e 1520 recorde-se que o Foral Manuelino de Penacova foi concluído em Dezembro de 1513. Daí a razão de ser deste apontamento e a divulgação desta exposição, que recomendamos.
Se o foral de D. Sancho I concedido a Penacova é importante, o foral de D. Manuel também possui grande significado histórico: "Conhecer o foral novo como resultado de todo um processo legislativo outorgado pelos reis que antecederam D. Manuel e mergulhar no seu articulado de regras comuns mas também nas particularidades dos usos e costumes de cada cidade, vila ou lugar, é o principal objectivo" destas comemorações.
Sobre a exposição:
O Arquivo Nacional da Torre do Tombo e a Fundação Casa de Bragança
assinalam a passagem dos quinhentos anos sobre a reforma dos forais, com uma
exposição de alguns documentos significativos que têm à sua guarda e que, em
conjunto, contam histórias da História desse empreendimento de fôlego conduzido
por D. Manuel I entre 1495 e 1520.
Fazemos saber que
vendo nós como o ofício do Rei não é outra coisa senão reger bem e governar
seus súbditos em justiça e igualdade, a qual não é somente dar a cada um o que
seu for mas, ainda, não deixar adquirir nem levar, nem tomar a ninguém senão o
que a cada um direitamente pertence […].
E querendo tudo remediar como com toda clareza e verdade se
faça, Mandámos trazer todos os forais das cidades vilas e lugares de nossos
reinos e as outras escrituras e tombos per que nossas rendas se arrecadam […]
Preâmbulo do Foral de Castro Marim, Fundação Casa de
BragançaPenacova a mexer
Fevereiro
15 “DANÇAR É CUIDAR DOS NOSSOS AVÓS” NA BIBLIOTECA
MUNICIPAL
16 CINEMA NO
CENTRO CULTURAL FILME “MIL PALAVRAS”
22 CAFÉ CONCERTO
NA CASA DO POVO DE S. PEDRO DE ALVA COM “BIG BAND”
24 MONTARIA AO JAVALI EM FRIÚMES
Março
10 PASSEIO TT “TRILHO DOS MOINHOS”
16 FESTIVAL
DAS SOPAS EM TELHADO
Janeiro a Junho
CURSO DE CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
10 fevereiro, 2013
Tradições de Carnaval: as pulhas ou "passajolas"
| Um recorte do Jornal de Penacova (2002), periódico dirigido por Álvaro Coimbra. A imprensa local desempenhando um papel insubstituível no registo do pulsar das comunidades. |
Em 2002 ( é
desse facto que trata este recorte de jornal) um grupo de jovens, recorrendo a
uma aparelhagem sonora, lá subiu o Penedo da Carvoeira e montou um altifalante voltado para a vila e para o vale... "Ó camarada, então cá vai mais uma...e esta é das boas!"
“ Aventuras amorosas, infidelidade, machos latinos… homens de negócios, jet set nada escapa à língua afiada dos carnavalescos…” recorda o jornal.
“ Aventuras amorosas, infidelidade, machos latinos… homens de negócios, jet set nada escapa à língua afiada dos carnavalescos…” recorda o jornal.
08 fevereiro, 2013
Cartas Brasileiras: A Ditadura e a Música
Os regimes totalitários, ditaduras, governos de exceção, ao
reprimirem a livre expressão popular se transformam em campo fértil para a
criação dos artistas, na música, no teatro, no cinema e na literatura.
Se a regra é geral, imagem quanto o povo oprimido conta com uma
casta de compositores e autores, como nunca parece ter existido, todos de uma
só vez, em uma mesma geração! Assim se deu no Brasil; manifestações caladas
pelo Regime Militar que imperou de 1964 a 1985, criações de uma geração de ouro. Deu no que
tinha que dar, muita gente tendo que fugir “num rabo de foguete” (avião)
Para não serem presos os artistas deixaram o país, uns fugindo
mesmo, outros foram “convidados” a fazê-lo. Não vou escrever muito para mostrar
a imagem do Brasil naquela época, se uma imagem vale mais do que mil
palavras, vale muito cantada.
No começo da ditadura brasileira, a exemplo do Festival de Cannes
(França) aqui também eram realizados festivais; a censura era ainda leve, o
povo estava começando a experimentar o novo regime.
A Banda
(Chico Buarque) – Intérprete: Chico Buarque
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| A BANDA clique na imagem para aceder a vídeo |
Disparada (Téo de Barros – Geraldo Vandré) 1966 – Intérprete: Jair Rodrigues
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| DISPARADA clique na imagem para aceder a vídeo |
Sabiá ( Chico Buarque – Tom Jobim)
- Intérprete: Quarteto em Si
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| SABIÁ clique na imagem para aceder a vídeo |
Pra
não dizer que não falei de flores (Geraldo Vandré) 1968 – Com Geraldo Vandré
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| P´RA NÃO DIZER... clique na imagem para aceder a vídeo |
Então cantou Vandré
“vem vamos
embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera
acontecer.”
Depois do
festival a música foi proibida; Vandré teve que ir embora, quando voltou, com o
fim da ditadura, nunca mais cantou. Já havia cantado “o necessário”.
Apesar de você – Chico Buarque – 1970 –
Intérprete: Chico Buarque & MPB4
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| APESAR DE VOCÊ clique na imagem para aceder a vídeo |
Era puro protesto. O final genial diz: “você vai se dar mal, etc. e tal”. Esse “etc. e tal” é tudo aquilo que Chico gostaria de dizer, em palavras de baixo calão, que cada um imagine quais seriam conforme os costumes locais.
Meu caro amigo (Chico Buarque. Francis Hime) – Intérprete: Chico Buarque
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| MEU CARO AMIGO clique na imagem para aceder a vídeo |
Diz ele: “ aqui na terra tão jogando futebol, tem muito samba, muito choro, rock’n... mas o que eu quero-te dizer é que a coisa aqui ta preta.” (Aqui estar preta significa dizer que está feia). Fala sobre a censura: “acontece que não pode te contar as novidades”. E outro trecho: “quis até telefonar, mas a tarifa não tem graça”. E fala da censura no Correio.
Cálice – (Chico Buarque – Gilberto Gil) –Intérpretes: Chico e Caetano Veloso
O
titulo é trocadilho, cálice por outra expressão com mesma sonoridade: cale-se.
O
Bêbado e a Equilibrista 1978 – (João Bosco, Aldir Blanco) –Intérprete: Elis Regina
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| O BÊBADO ....clique na imagem para aceder a vídeo |
A música se tornou o hino da abertura.
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto
Me lembrou
Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria
Um brilho
de aluguel.
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas,
que sufoco!
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil
Meu Brasil!
Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo de foguete.
Chora a nossa pátria mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil.
Mas sei que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar.
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista
Tem que continuar...
A mesma música na interpretação do autor, ou do público, porque, na verdade ele pouco canta.
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| O BÊBADO clique na imagem para aceder a vídeo |
Abraços a todos.
P.T.Juvenal Santos - ptjsantos@bol.com.br
07 fevereiro, 2013
Programa da RTP "Quem é que tu pensas que és?" viajou por Lorvão
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IMAGENS DO PROGRAMA QUE TROUXE MARIA JOÂO ABREU A LORVÃO TENDO A RECEBÊ-LA O PROF. NELSON CORREIA BORGES que a acompanhou também a Alcobaça |
O Mosteiro de Lorvão
e a abadessa D. Catarina d'Eça foram falados no programa "Quem é que tu pensas
que és?", transmitido no passado dia 5 pela RTP1.
O programa é, na sua essência, uma viagem no tempo
protagonizada por oito personalidades portuguesas, de diferentes áreas, que
procuram as suas raízes familiares.
Neste programa Maria João Abreu descobre que é descendente
daquela abadessa.
A acompanhá-la por terras de Lorvão esteve o historiador
penacovense, Prof. Nelson Correia Borges.
“Quem é que tu pensas que és?” é a adaptação portuguesa da série de enorme sucesso internacional, intitulada“Who Do You Think You Are?”.
Além de um link para o vídeo do programa, deixamos um
mosaico de imagens daquela emissão que tão bem divulgou Lorvão e a sua história.
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