terça-feira, 29 de março de 2011

Alto Concelho celebrou Dia da Árvore e chegada da Primavera

TRAVANCA DO MONDEGO
No passado domingo, dia 27 de Março, a Junta de Freguesia de Travanca do Mondego, comemorou a chegada da Primavera.
No Parque Padre António O. Veiga e Costa, as crianças começaram por se divertir com alguns jogos e actividades.
Passou-se depois à plantação de algumas árvores de fruto, onde familiares e amigos fizeram questão de acompanhar os mais novos.
 Numa tarde em que a “homenageada” Primavera teimou em não aparecer, pois a chuva ameaçava a qualquer instante, o final da tarde terminou com um lanche.
A Junta de Freguesia pretendeu assim proporcionar um dia ao ar livre, juntando crianças e adultos, num momento de confraternização e amizade entre todos os presentes.
( do site da Junta de Freguesia)
 S. PEDRO DE ALVA
São Pedro de alva presenciou um dia diferente. Um projecto, que teve inicio numa conversa entre amigos e através do desagrado, por não ser possível no passado observar os fontanários em torno da vila, a Escola Básica Integrada de São Pedro de Alva e a Junta de Freguesia apadrinharam o dia da árvore e permitiram aos alunos a participação na plantação de freixos, oferecidos pelo Dr. Carlos Fonseca, Biólogo na Universidade de Aveiro.
A Junta de Freguesia, através dos seus serviços e com o contributo dos seus colaboradores efectuou a limpeza dos espaços tornando possível vislumbrar os velhos fontanários, que no passado foram muito úteis.
A Professora Matilde da biblioteca da escola é uma das pessoas entusiastas deste projecto. Está a ser preparado um conjunto de sessões de escrita apelando à criatividade dos intervenientes e serão premiados os melhores trabalhos. Estão também a ser reunidas as condições necessárias para que os trabalhos sejam editados num livro em conjunto com uma síntese sobre a origem e o valor dos fontanários, assim como do valor do freixo na região. ( Paulo Cunha Dinis)

Mini-hídrica: a contestação está para durar


Recortes de O DIÁRIO DE COIMBRA de hoje

sexta-feira, 25 de março de 2011

Desporto de Penacova vai ter Colóquio e Gala

Cartaz: Câmara Municipal

Para divulgar Penacova

Desdobrável disponível nos Serviços de Turismo

Penacova: autarcas promovem acção de sensibilização junto dos proprietários e produtores florestais

Penacova: autarcas promovem acção de sensibilização junto dos proprietários e produtores florestais
Terça, 22 Março 2011 18:29 Amicor /  Correio de Coimbra   
O município de Penacova, em colaboração com a Junta de Freguesia de Friúmes, promoveu no passado dia 12 de Março de 2011, uma acção de sensibilização para proprietários e produtores florestais.
Esta acção teve como objectivo, informar todos os participantes sobre as acções que irão ser desenvolvidas na Freguesia de Friúmes, mais concretamente na área ardida. Estas acções serão realizadas ao abrigo de uma candidatura apresentada pelo município de Penacova ao PRODER, relativa à Estabilização de Emergência Após Incêndio. De salientar que serão intervencionados 20 km de rede viária florestal, para regularização e consolidação da superfície dos caminhos, limpeza e desobstrução de valetas e construção de valetas onde necessário.
Para além disso, o projecto contempla acções de limpeza e desobstrução de aquedutos, limpeza de linhas de água, bem como a aplicação de resíduos orgânicos com o objectivo de reduzir o impacto das chuvas e consequente erosão, aumentar a rugosidade superficial e assim a retenção de sedimentos, manter a humidade do solo e reduzir a evaporação e, aumentar o teor de matéria orgânica no solo e conservar a estrutura superficial do solo.
Estiveram ainda presentes técnicos do Grupo Portucel Soporcel, que partilharam a experiência florestal do Grupo na gestão sustentável dos espaços, fazendo referência às melhores técnicas de preparação de terreno a utilizar, quais as melhores plantas, a importância da adubação e, manutenção dos espaços.
O município de Penacova convidou ainda um técnico da Autoridade Florestal Nacional para fazer uma breve abordagem às Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), o qual fez referência aos objectivos da ZIF, sua delimitação, elaboração dos planos de gestão florestal e planos específicos de intervenção florestal, vantagens em aderir bem como responsabilidades.

terça-feira, 22 de março de 2011

Nova Esperança e Frontal: as capas das últimas edições

NE de 28 de Fevereiro e Frontal de 15 de Março

Travanca do Mondego: Festa da Primavera

Por iniciativa da Junta de Freguesia, vai decorrer,  no próximo domingo, um interessante programa que pretende, para além do convívio entre travanquenses, sensibilizar para o valor do Ambiente, da Floresta, da Biodiversidade.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Penacova, o Mondego e a Lampreia

Faz agora um ano que teve lugar o lançamento do livro "Penacova, o Mondego e a Lampreia", tendo como autores os biólogos Fernando Correia, e Carlos Fonseca, da Universidade de Aveiro, o primeiro natural da Pampilhosa e este último natural de S. Pedro de Alva. Na sessão de lançamento, o Prof. Pedro Raposo, da Universidade de Évora, avançou com a ideia da criação de um Centro de Interpretação Ambiental focado na Lampreia e no Rio e alertou para os obstáculos que se colocam ao natural desenvolvimento desta espécie, como sejam a construção de açudes, a exploração de areias e a poluição. Referiu a urgência das obras de construção da escada de peixe ( que finalmente estão em curso ) e apelou para a necessidade duma intervenção nos açudes existentes a montante de Coimbra.
Nem sonhava aquele investigador que, passados oito meses, além desses problemas, o Mondego - ou melhor, aqueles que o amam - foi confrontado com mais uma ameaça: a construção de uma mini-hídrica na zona da Foz do Caneiro. Ironicamente, quando depois de dez anos de luta pela construção da escada de peixe, tal se torna realidade, eis que surge no horizonte o espectro da construção duma obra em sentido contrário. Perante esse propósito Penacova já se insurgiu, antes e depois de nos virem dizer para não nos preocuparmos, porque essa obra será, afinal, uma mais-valia para o concelho, também no aspecto ambiental. Mas, como se costuma dizer, quando as promessas são muitas o povo desconfia…
Excerto de artigo nosso, escrito em 23 de Dezembro de 2010 e publicado no Frontal de Dezembro
Veja Diário de Coimbra de hoje
Protesto em canoa
para “encalhar” mini-hídrica

domingo, 13 de março de 2011

VIII Capítulo da Confraria da Lampreia: um testemunho que nos chega da Madeira


Respondendo a um convite que formulámos, recebemos um testemunho pessoal e um álbum de fotos, que com todo o gosto publicamos:
PARTICIPAÇÃO NO VIII CAPÍTULO DA CONFRARIA DA LAMPREIA EM PENACOVA DA ACADEMIA DAS CARNES! CONFRARIA GASTRONÓMICA DA MADEIRA
OPINAO PESSOAL DA CONFRADE MERÍCIA
Sinto-me feliz por ter tido a iniciativa de ir e partilhar convosco este Evento Confrádico de imensa qualidade.
Efectivamente, adorei a forma como me receberam, bem como à minha amiga de Lisboa, Alecky, também nossa confrade bem como os nossos convidados. Foram de uma simpatia e afabilidade extraordinárias!
Gostei de assistir à Cerimónia de Entronização de Novos Confrades, da Oração de Sapiência, proferida pelo Dr Carlos Fonseca e todo o envolvimento inerente. Achei muito bonita a lenda da lampreia e Hino da vossa Confraria.
O almoço decorreu forma harmoniosa num ambiente de confraternização digno de uma Confraria muito bem estruturada e organizada.
Adorei todas as iguarias , nomeadamente o Tradicional Arroz de Lampreia, considerado por vós um dos melhores petiscos da Gastronomia Portuguesa.
Tive também o prazer de saborear os vossos deliciosos doces conventuais de Lorvão…Fantásticos!!!!
Observei o esplendor da natureza, o vale verdejante, o rio com os seus meandros. Fez lembrar a minha Terra Natal, também um vale lindo, profundo, verdejante, fantástico, a Norte da Ilha da Madeira , conhecido por todos os confrades que visitam a Madeira aquando do Capítulo da nossa Confraria, dado que tem sido o local de eleição para o almoço do primeiro dia do nosso capítulo, sendo o sábado respectivo.
Obrigada em meu nome e em nome do Sr Presidente da Academia das Carnes Confraria Gastronómica da Madeira, Sr Gregório Freitas, pela vossa maravilhosa recepção.
Bem hajam!
Cordiais Saudações
Merícia Mendes

Novidades na blogosfera penacovense: Travanca em Movimento

VIsite AQUI

sábado, 12 de março de 2011

Centenário da República: as Festas da Árvore...também em Penacova


Cartaz alusivo à Festa
da Árvore na Amadora

No dia 15 de Março de 1914, realizou-se em muitas escolas do nosso concelho a Festa da Árvore. Em S. Pedro de Alva terá sido no dia 8 pelo facto de nesse dia haver a repetição de  eleições locais.
Na escola do sexo feminino de Penacova, na Avenida 5 de Outubro, teve lugar uma sessão solene, presidida pelo Dr. Rodolfo Pedro da Silva. Também usou da palavra o Dr. Alberto de Castro, advogado, bem como César Queirós em nome de António Casimiro. Também o “jovem” Júlio Miguel Rodrigues, realçou a importância da árvore. Depois da cerimónia na escola, plantou-se uma árvore na Av. 5 de Outubro , outra no largo da capela de Sto António e outra junto ao Mirante, onde decorreu um lanche.
A Filarmónica Penacovense abrilhantou os festejos e constitui-se mesmo para o efeito uma Tuna formada pelos senhores António Montenegro, António Casimiro, Joaquim Cabral, António Cabral, Alves Coimbra, António Mendes Cabral, José Alberto dos Santos, António Assunção e Mário Viseu.
No jornal publicado na semana seguinte, as professoras da vila farão um agradecimento público. Eram elas: Laurinda da Glória Pinto da Cunha, Virgínia dos Santos Malva e Maria Eduarda da Encarnação.
 A República e o culto da Árvore

A implantação da República a 5 de Outubro de 1910 trouxe à sociedade portuguesa um conjunto de novos valores e símbolos.Entre estes destaca-se o culto da árvore. Por outro lado, com a introdução do ensino laico, a disciplina de religião e moral foi substituída por uma cadeira de educação cívica, em que a natureza e a floresta eram centrais.Ao culto da árvore associam-se a realização de manifestações cívico-pedagógicas designadas de Festas da Árvore. A "simbologia da árvore" tem também "muito a ver com a simbologia maçónica", segundo Maria Cândida Proença, veja-se a relação com as "árvores da liberdade", da "religiosidade cívica que acompanhou a Revolução Francesa"."É uma simbologia do renascer e do ressurgir, com um significado que vai da prosperidade, à riqueza, à justiça".

sexta-feira, 11 de março de 2011

Reparos dos nossos leitores: acessos a Carvalho em muito mau estado


Fotografias que nos foram enviadas por utentes desta estrada (próximo do cruzamento para Carvalho Velho, e um pouco mais à frente a caminho de Carvalho).

domingo, 6 de março de 2011

Vítor Matias e Humberto Matias, nascidos no Porto da Raiva: embaixadores de Penacova através da Pintura

Ambos penacovenses, Humberto Matias (nome também muito conhecido no Fado e na canção de Coimbra)e Vítor Matias, irmãos, nascidos no Porto da Raiva, são hoje dois nomes da pintura que muito honram o nosso concelho. Agora que temos um Centro Cultural e condições mais condignas, deixamos a ideia de uma exposição destes e de outros pintores penacovenses, o que muito dignificaria o panorama cultural de Penacova.
Vitor Matias trabalhou com Carlos Ramos, pintor que apresentámos recentemente.


Vistas de Penacova de Humberto Matias
 
Lavadeiras, de Vitor Matias


Humberto Matias

Vitor Matias


Saiba mais sobre Vitor Matias e sobre Humberto Matias

XV Recenseamento Geral da População e V Recenseamento Geral da Habitação

Inicia-se esta segunda-feira, dia 07 de Março, a maior operação estatística realizada em Portugal. Os Censos realizam-se de 10 em 10 anos, sendo uma operação que promove um contacto de proximidade com as populações, mobilizando estimadamente cerca de 30 mil colaboradores.
Para quem não têm conhecimento, segundo os Princípios e Recomendações da ONU (2006), os Censos são entendidos como processos normalizados de recolha, tratamento, avaliação, análise e difusão de dados referenciados a um momento temporal específico e respeitantes a todas as unidades estatísticas (indivíduos, famílias, alojamentos e edifícios) de uma zona geográfica bem delimitada, normalmente o país. Assim, de um modo mais simples e simplificado podemos referir que o objectivo dos Censos 2011 é o de recensear todos os cidadãos e famílias residentes, ou apenas presentes, no território português, independentemente da sua nacionalidade, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação. Convém frisar que a recolha de dados decorre simultaneamente em todo o território nacional, e a resposta é obrigatória por Lei. Para além de ser um direito, o recenseamento assume-se como um dever de cidadania. Ao responder aos Censos, cada cidadão está a “contar” para a “fotografia” da população e do parque habitacional. Essa fotografia só terá qualidade se reflectir a realidade de todos e de cada um. Ao não responder, estará a impedir a nitidez e o rigor desse retrato e das medidas que, a partir dele, forem tomadas.

Os resultados obtidos após concluído o recenseamento são inestimáveis indicadores, preciosas ferramentas de trabalho ao dispor dos Governos e das Autarquias para delinear linhas de acção e políticas para o futuro.
Sendo um processo que tal como salientei anteriormente, privilegia o contacto directo com a população, os recenseadores desempenham um papel bastante importante, pois são eles os verdadeiros elos de ligação entre a população e o INE. Assim para evitar, ou diminuir, as tentativas de burla que pontualmente se poderão verificar, os recenseadores irão trazer um cartão de identificação com a sua fotografia, número de bilhete de identidade/cartão de cidadão, e o número de contribuinte, encontrando-se o mesmo documento identificativo carimbado pela Junta de Freguesia. Assim, os recenseadores serão facilmente identificáveis, até porque serão oriundos para zona onde estão a realizar a actividade censitária.
O INE recomenda que nunca dê dinheiro a alguém que hipoteticamente se apresente como recenseador, e caso desconfie de alguma movimentação estranha, não hesite em contactar o GNR local, pois esta força de segurança têm indicação do nome de todos os recenseadores a colaborar com o INE, e poderá proceder ao cabal esclarecimento, ou actuar em caso de burlas, ou tentativa das mesmas.
Em suma, urge mais uma vez salientar, que os recenseadores estarão visivelmente identificados e prestarão todos os esclarecimentos, e eventual apoio, necessários ao preenchimento dos questionários.

Face ao último Censos realizado em 2001, o INE no conjunto de estudos piloto, testes e outras experiências, disponibilizou, acompanhando o desenvolvimento tecnológico, a possibilidade das pessoas poderem fazer o recenseamento através da Internet. No momento da distribuição dos questionários, será entregue um envelope que contém um código de identificação e uma password, que possibilitam o recenseamento através da Internet. Quem não dispõe de computador e/ou ligação à internet poderá usufruir do balcão e-Censos em todas as Juntas de Freguesia, onde é possibilitado à população o acesso a um equipamento informático com ligação à Internet. Se optarem por fazer o recenseamento pela internet poderão verificar tratar-se de um procedimento mais cómodo e mais rápido.
Todos dados individuais recolhidos, quer através do recenseamento por papel ou internet, destinam-se apenas a fins estatísticos, são confidenciais e estão sujeitos a segredo estatístico, pelo que não podem ser divulgados. Todos os profissionais envolvidos na execução dos Censos estão obrigados, por Lei, ao dever de sigilo, podendo, em caso de infracção (nunca ocorrida) ser processados civil e criminalmente.

O processo censitário decorrerá sensivelmente ao longo de oito semanas, decorrendo no período de 7 de Março a 24 de Abril do presente ano, podendo ser alargado, caso seja necessário, para proceder ao controlo da qualidade da informação recolhida. Os trabalhos de campo encontram-se divididos em 4 fases que passo a apresentar.

Fase 1: De 7 a 20 de Março: Distribuição da documentação aos cidadãos
Fase 2: De 21 a 27 de Março: Resposta só pela Internet
Fase 3: De 28 de Março a 10 de Abril: Resposta pela Internet e em papel
Fase 4: De 10 a 24 de Abril: Resposta só em papel

É importante também referir a existência de uma linha de apoio disponibilizada aos cidadãos através do número 800 22 2011 (chamada gratuita), estando em funcionamento nos dias úteis das 9 horas às 20 horas, a partir do dia 1 de Março até ao final do processo de recolha.

Portugal conta connosco. Nós contamos consigo. Participe colaborando com os recenseadores.
Atenciosamente,

Pedro Alpoim – Delegado do INE para o Concelho de Penacova

sábado, 5 de março de 2011

81º Aniversário dos Bombeiros: os Homens e as Mulheres que integraram os primeiros Corpos Gerentes e Administrativos


Certificado de participação dos Bombeiros de
Angra do Heroísmo no Congresso do Estoril
no ano de 1930.Data  em que nasceram os
Bombeiros Voluntários de Penacova
 O texto que se segue é já conhecido de muitos dos leitores e refere-se à criação da Associação dos Bombeiros Voluntários de Penacova: “Conscientes da necessidade de se auto-protegerem um grupo de Penacovenses decidiu fundar a Associação dos Bombeiros Voluntários de Penacova. Estávamos no ano de 1930, e foi exactamente no dia 24 de Fevereiro que foi celebrada a escritura pública da constituição da Associação e assinada pelos Sócios fundadores cujos nomes se recordam e que a lápide colocada na entrada principal do actual quartel não deixa esquecer: António Esteves Amaral Viseu, Gualter Pereira Viseu, Alípio Carvalho, Alípio da Costa Miguel, Álvaro Alberto Santos, Álvaro Martins Coimbra, António Casimiro Guedes Pessoa, António da Costa, António Joaquim Pinto, Augusto Luís, Evaristo Joaquim Pinto, Joaquim Correia Almeida Leitão, Joaquim Luís, José Alberto de Almeida, José Augusto Pimentel.”
Talvez menos conhecidos serão os nomes dos penacovenses que fizeram parte dos primeiros Corpos Gerentes. Lendo uma notícia dos jornais locais datada de 1930 ficamos a saber que a 16 de Março foram eleitos os Corpos Gerentes e Administrativos da Associação: Dr. Sales Guedes, médico, D. Sara Sales Guedes, António Joaquim Pinto e Alípio da Costa Miguel, respectivamente, Presidente, Vice-Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário. Direcção: José de Gouveia Leitão, D. Maria José Leitão, Evaristo Joaquim Pinto e Mário Lopes Barra, Álvaro Alberto dos Santos e Gualter Pereira Viseu, respectivamente, presidente, vice-presidente, tesoureiro, 1º secretário, 2º secretário e vogal. O vogal nato, conforme diz a notícia seria o “ Inspector Comandante”. Ao Conselho Fiscal ficou a presidir o Padre António Pinto, tendo como relator Filipe Mendes da Cunha e como vogal, Alípio de Carvalho.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Embaixadores de Penacova: a pintura de Carlos Ramos

Rio Mondego na Região de Penacova

Carlos Ramos nasceu em Coimbra e nesta cidade residiu e desenvolveu toda a sua actividade.
De ascendência modesta, iniciou-se muito novo na profissão de pintor de construção civil. É nesta condição que se acentua o seu gosto pelo desenho e pela pintura artística. Incentivado pelos amigos e esposa, começa a produzir os seus primeiros trabalhos.
Matriculou-se na Escola Industrial e Comercial Brotero e, estudando à noite, ali concluiu o curso geral de desenho, tendo sido discípulo de Manuel Rodrigues Júnior.
Estagiário da primeira, quinta e sexta Missões Estéticas de Férias, Carlos Ramos é várias vezes contemplado com "Menções Honrosas" por diversas instituições, caso da Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa (1940-1943) e obtém outras distinções, em especial uma terceira medalha da mesma Sociedade, em 1947.
Em 1948 é galardoado com o "Prémio Malhoa", e a bolsa de estudo correspondente, que lhe permitiu uma viagem ao estrangeiro no ano seguinte. Participou em numerosas exposições na Sociedade Nacional de Belas-Artes, no Salão Silva Porto (1943-1952), na Exposição Internacional de Sevilha (1952), no Salão António Carneiro (1953), etc.
Expôs com regularidade na Delegação do Jornal «O Primeiro de Janeiro», em Coimbra.
Em Agosto/Setembro de 1989 foi evocado numa grande exposição de obras suas, organizada pela Câmara Municipal da Lousã, na Sala de Exposições do Museu Municipal Professor Álvaro Viana de Lemos, daquela localidade.
in
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Augusto_Ramos

Recorte do jornal O FAROL ( Coimbra, finais da década de 40)
Carlos Ramos (1912-1983)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Frontal: Penacova na imprensa local e regional

Frontal nº 42 de 25 de Fevereiro.

Principais títulos relacionados com Penacova:

Cinco milhões de euros para recuperar três pontes
Centro Cultural foi inaugurado
Nemátodo tem os dias contados?
Professores contra Avaliação
Parque empresarial da Alagoa a dois meses de estar pronto
PCP considera: o rio e o concelho de Penacova estão ameaçados pelo Governo
Convívio dos Zés do concelho de Penacova
Bombeiros -Campanha: uma árvore por cada novo sócio
Festa do Dia da Mulher na Atalhada
Católicos celebram a " Festa da Amizade"
Um sentido diferente para o dia da Árvore
Baile de Carnaval na Casa do Concelho de Penacova
Ameaçou mãe com faca, ateou fogo à casa e pôs-se em fuga
Cavaquinhos da Rebordosa na BTL
Festival da Lampreia

No espaço de Opinião:
Editorial - "Que mundo tão parvo / Onde para ser escravo é preciso estudar", por Nuno Castela Canilho
Janela do Direito - O novo reegime jurídico do inventário, por Lara Duarte Ramos
Perspectivas - O Ruído Bom e o Ruido Mau. por Mauro Tomás
Guerra Colonial: viver para contá-la, por David Almeida