18 outubro, 2012
15 outubro, 2012
Livro de António Catela "Tudo Num Momento" foi apresentado em Penacova
Foi apresentado no
dia 13 de Outubro, no auditório do Centro Cultural de Penacova o livro de
António Catela Tudo num Momento. Contou
com a presença do Presidente da Câmara, Humberto Oliveira e a Vereadora da
Cultura, Fernanda Veiga, bem os ex-presidentes do Município, Estácio Flórido e
Maurício Marques. Presentes também muitos
amigos e familiares do autor. A cerimónia iniciou-se com um espaço musical e
com a projecção de uma montagem em vídeo com fotografias biográficas do autor. Uma selecção das suas filhas, oferecida no dia em que, há um ano atrás, completou cinquenta anos de vida.
Como o subtítulo do
livro sugere, Tudo num Momento-do blog ao livro, engloba
uma selecção de textos que desde 2007 foram sendo publicados no blogue com o
mesmo nome. De acordo com o
autor, esta obra vem "concretizar um sonho de menino nunca cumprido". A escrita, e em
especial a escrita romântica, sempre foi a sua paixão. Conforme se pode ler no
Prefácio e numa das Notas Introdutórias "recorrendo a pinceladas de cores
fortes e expressivas, fala do Amor, da amizade, das relações, dos valores, de si
próprio, da família e das (des)ilusões". Por outras palavras, o livro
remete para "o melhor e o pior do quotidiano; os valores éticos, morais ou
a falta deles; os sentimentos nobres, puros e belos que habitam o ser humano e,
acima de tudo, a beleza de uma alma sonhadora" levando-nos a "questionar
os nossos próprios sentimentos e a nossa forma de ser e de estar neste
mundo."
António Manuel
Teixeira Catela, nascido em Luanda em 1961, reside em S. Paio do Mondego onde preside, há 26 anos, à Junta
de Freguesia. Pessoa empenhada também na vida associativa local.
Para o autor, este
livro pretende "ser um tributo ao amor", a esse sentimento que "mais
faz sofrer e alegrar o mundo", que "enlouquece, que faz chorar, que
magoa, mas que também faz sorrir e sonhar".
13 outubro, 2012
12 outubro, 2012
Memória fotográfica: o Largo do Terreiro na primeira metade do século XX
![]() |
| Recorte de 1958, sobre o canteiro do Brasão do Concelho que se vê numa das imagens acima |
09 outubro, 2012
Cartas Brasileiras III
Sei lá!
“Sei lá” é uma das maneiras que temos para responder que não sabemos
como é uma coisa qualquer. E por que é assim? Sei lá. E como começa uma carta?
Sei lá! Algumas começam onde a anterior terminou. Por exemplo, em minha última
que intitulei “Um rio para pescar” me fez desaguar em Paulinho da Viola, na
maravilhosa “Foi um rio que passou em minha vinha”.
Pois é, mas antes desse hino de louvor e exaltação à Portela, ele
havia composto “Sei lá Mangueira”, em parceira com Hermínio de Bello Carvalho.
Dizem que a música havia sido composta para um show, mas o parceiro dele
inscreveu a música em um festival; era o tempo dos festivais. A situação ficou
ruim para Paulinho da Viola na comunidade portelense, criou-lhe certo embaraço,
afinal, a Mangueira é uma das escolas de samba concorrente da Portela.
Apenas para recordar, “Um rio que passou em minha vida” começa
assim: Se um dia, meu coração for consultado, para saber se andou errado, vai
ser difícil negar.
Não tendo como negar as maravilhas por ele cantadas sobre Mangueira,
estaria se desculpando diante da comunidade da Portela? Quem sabe. Mas, por que
se desculpar tendo composto duas obras primas da música brasileira!
Estação primeira de Mangueira, esse é o nome oficial da comunidade
do morro; primeira porque é a primeira estação de trem (combóio) do subúrbio
carioca, ou seja, da cidade do Rio de Janeiro. Azul e rosa são as cores da
tradicional escola de samba.
Diz a música: “Vista assim do alto, mas parece um céu no chão, sei
lá, em Mangueira a poesia feito mar se alastrou, e a beleza do lugar, para se
entender, tem que se achar que a vida não é só isso que se vê, é um pouco mais,
que os olhos não conseguem perceber, que as mãos não ousam tocar, e os pés
recuam pisar. Sei lá não sei, sei lá não sei, sei lá se toda a beleza de que
lhes falo sai tão somente do meu coração. Em Mangueira a poesia, no sobe desce
constante, anda descalça ensinando um modo novo de a gente viver, de cantar, de
sonhar, de sofrer. Sei lá não sei, sei lá não sei não, a Mangueira é tão grande
que nem cabe explicação”.
Por que Mangueira parece o
céu no chão? As casas iluminadas no morro criam a sensação, as luzes das casas
as estrelas do céu. São casas simples, de gente humilde, daí porque a beleza do
lugar para ser entendida tem que ser vista com outros olhos. Não podem buscar a
riqueza, mas a beleza da comunidade. O desce e sobe da poesia é a vida daqueles
que vivem no morro, um sobe e desce constante, muitos sem sapatos, descalços.
Enfim, fica mesmo difícil explicar a beleza daquele lugar, afinal a
Mangueira é tão grande que nem cabe explicação; melhor mesmo é ver o vídeo.
"Segue abaixo
uma pequena mensagem com a finalidade de deixar
registrada a presença e a alegria de Cartas Brasileiras pelo lancamento do
livro.
Ao Joaquim
Leitão Couto e David Almeida os cumprimentos e felicitações pelo lançamento do
livro, o qual, certamente, já se converte em mais um "Património de
Penacova", referência e fonte de buscas e consultas sobre as riquezas do
lugar; a comunidade penacovense, sem dúvida, reconhecera o valor de seus
autores e a importância da obra."
P.T.Juvenal
Santos
06 outubro, 2012
Cinco de Outubro em Penacova: reflexos na comunicação social de hoje
Cartas Brasileiras [Comentários]
Do Brasil, recebemos mais uma sugestão para a rubrica:
"Esse cantinho para Cartas Brasileiras me foi aberto por David Almeida, responsável pelo blog. Através dele pretendo enviar textos na maneira de escrever de um brasileiro, falar coisas sobre o Brasil, matando um pouco a curiosidade, bem como escrevendo crónicas. No entanto, acredito que seria interessante que o espaço fosse também ocupado por outros quantos vivendo fora de Portugal, portugueses ou brasileiros, queiram contar suas experiências." P.T. Juvenal Santos
Uma óptima sugestão. Vamos a isso!
Uma óptima sugestão. Vamos a isso!
05 outubro, 2012
03 outubro, 2012
Assembleia Municipal: instalações do tribunal e lei dos compromissos geram troca de acusações em notas de imprensa
NOTA DE IMPRENSA DA CÂMARA MUNICIPAL:
PS colhe aprovação para as novas obras do Tribunal
de Penacova, o PSD fica dividido
Humberto Oliveira, presidente do município de Penacova viu aprovada
pela Assembleia Municipal a sua proposta de avançar com as obras para a
instalação do Tribunal de Penacova.
A bancada do PSD tentou inviabilizar a proposta que permite a
realização das obras para que o Tribunal permaneça em Penacova, contudo, os
membros da bancada laranja dividiram-se, optando ainda alguns pela abstenção, e
havendo que votasse a favor, ao lado dos socialistas.
Humberto Oliveira deixou clara a sua determinação “em não
deixar que o Tribunal saia de Penacova”, referindo que “os cidadãos sabem que
tudo farei para que tenhamos serviços no concelho que nos permitam manter um
nível de vida e de cidadania adequadas, modernas e com qualidade”. Humberto
Oliveira sublinha que “o facto de uma parte da bancada do PSD ter decidido contra
o interesse de Penacova, é uma questão que caberá depois aos cidadãos avaliar,
na altura própria”.
O
projeto defendido pelos socialistas visa requalificar e ampliar a antiga
escola Maria Máxima, no Largo Dona Amélia, aproveitando o antigo edifício municipal inativo,
dotando-o das melhores e mais adequadas condições funcionais para este serviço,
tendo um custo de cerca de 340 mil euros. Este projeto foi definido em
cooperação com o Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da
Justiça.
Lembre-se
que, com o anúncio pela actual Ministra da Justiça da extinção do tribunal de
Penacova, e posterior recuo, o Governo deu mostras de não pretender afetar
verba para as novas instalações do tribunal, que se encontram em mau estado de
conservação. O Governo ignorou assim o seu anterior compromisso com o Penacova.
Por
outro lado, a imposição da Lei dos Compromissos inviabiliza novo investimento
por parte dos municípios, mesmo os que têm capacidade de endividamento, como é
o caso do de Penacova. O presidente do município refere que “o que está
em causa é que o atual Governo bloqueou as políticas municipais e com isso deixou
contradições que não permitem às câmaras desenvolver as estratégias sustentadas
que estavam a seguir”. Humberto
Oliveira lembra que “a responsabilidade fazer esta obra é do Governo, mas como este
não a faz, eu quero assegurar aos cidadãos que não será por causa da Lei
dos Compromissos e das embrulhadas do Governo que o Tribunal sairá de Penacova,
porque este é um serviço que tem de se manter no concelho”.
Por
outro lado, o plano estratégico do município prevê a conversão das atuais
instalações do Tribunal Judicial de Penacova, ao lado da câmara municipal, num
edifício multiusos. Humberto Oliveira volta a lamentar que estando o
financiamento do QREN assegurado e tendo o município desencadeado os concursos
públicos para iniciar a recuperação deste edifício, seja agora confrontado com
a hipótese de afinal os dinheiros comunitários prometidos poderem já não estar
disponíveis para Penacova.
NOTA DE IMPRENSA DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA:
PSD Penacova votou contra a irresponsabilidade do
Executivo Camarário
Foi com estupefacção que lemos o comunicado da Câmara
Municipal de Penacova, dando conta da aprovação em Assembleia Municipal das
obras para construção de um novo Tribunal em Penacova.
Desde logo porque da ordem de trabalhos da Assembleia não
constou tal ponto nem o assunto foi objecto de discussão ou votação, enquanto
opção política.
Aliás, as obras a realizar pelo Município são apreciadas e
aprovadas aquando da votação do Orçamento e Grandes Opções do Plano do
Município.
A questão do novo Tribunal foi colocada como subponto, em
que se colocava a aprovação de compromissos plurianuais à luz da lei dos
Compromissos.
Segundo esta Lei, a Assembleia Municipal deve aprovar os
compromissos financeiros a assumir pelo Município que tenham impacto em mais do
que um ano económico, porém, tais compromissos só devem ser aprovados se for
garantida a existência de fundos disponíveis. Instado a garantir a existência
desses fundos o Sr. Presidente da Câmara, usando de uma linguagem grosseira e
pouco apropriada para uma pessoa com as suas responsabilidades, disse não
assegurar a existência de fundos disponíveis positivos.
A Lei dos Compromissos, proíbe que se assuma despesa sem que
estejam assegurados fundos disponíveis, ou seja, dinheiro para a pagar, sob
pena de responsabilidade civil, criminal, disciplinar e financeira dos
responsáveis pela decisão. Ora, perante a atitude irresponsável do Sr.
Presidente da Câmara em querer aprovar compromissos sem garantir fundos
disponíveis, o PSD não teve outra alternativa senão votar contra, uma vez que
os seus eleitos não querem pactuar com atitudes contrárias à lei. Além do mais,
que credibilidade merece um executivo que, por falta de pagamento ao empreiteiro,
mantém as obras do Centro Escolar de Lorvão paradas há mais de 4 meses?
Não estava em causa, portanto, o mérito do que era proposto,
mas o cumprimento da legalidade. Tanto mais que a questão da construção do
Tribunal já foi objecto de debate e deliberação e o próprio PSD já por várias
vezes chamou a atenção do executivo para a necessidade urgente de uma solução
para o Tribunal. Pensamos até que o executivo Municipal demorou
intoleravelmente em encontrar uma solução, tendo colocado por isso em causa a permanência
do Tribunal em Penacova. Acrescentamos mesmo que, por exemplo, se em 2011 o Sr.
Presidente da Câmara tivesse dispensado algum pessoal político dos muitos que
agora recebem salário do Município, teria sido possível criar há mais tempo um
espaço com melhores condições para a instalação do Tribunal.
Quanto à diferença de sentido de voto entre os eleitos do
PSD, ela aconteceu neste caso, simplesmente pela impossibilidade de todos
entenderem o que estava em causa em termos de implicações relativamente às
votações, naquele momento.
No próprio Partido Socialista, se verificou, nesta mesma
Assembleia, divergência de votos entre membros da bancada, com os presidentes
de Junta do PS presentes a votarem ao lado do PSD numa questão tão importante
quanto a reforma da Administração local, ou quando a bancada do PS, na mesma
assembleia votou maioritariamente contra uma proposta do presidente da câmara
Humberto Oliveira, tendo-se verificado o ridículo de o Sr. Presidente de Câmara
ver uma proposta sua viabilizada com os votos favoráveis do PSD.
É absolutamente lamentável que o executivo municipal brinque
com a comunicação política, tentando obter dividendos políticos através da
informação deturpada. Trata-se de um puro ato de “chico-espertismo”! O
executivo municipal parece justificar com a informação deturpada o fracasso da
gestão Municipal.
Comissão Política do Partido Social Democrata – Secção de
Penacova (02/10/2012)
02 de Outubro de 2012
02 outubro, 2012
Novo livro sobre Penacova
Patrimónios
de Penacova. Apontamentos Para a Sua Valorização e Divulgação
Autores : Joaquim Leitão Couto e David
Almeida
Prefácio e Apresentação: Nelson Correia
Borges
Edição: Câmara Municipal de Penacova
O
livro "oferece à nossa contemplação um conjunto valioso de bens culturais
do concelho de Penacova e vai muito para além do seu registo e pormenorizada
descrição, fornecendo sugestões para a sua preservação e valorização."
in Prefácio
"…
esta obra, depois de devidamente publicada e distribuída, pode funcionar como
um verdadeiro roteiro turístico e promocional de Penacova."
in Nota de Apresentação
"conjunto
de apontamentos sobre aspectos do património penacovense que ainda não haviam sido
contemplados em livro"
in Nota Conclusiva
5 de Outubro em Penacova
Penacova comemora 5 de Outubro com inauguração de obras de Regeneração Urbana, homenagem a António José de Almeida e lançamento do livro "Patrimónios de Penacova"
O Município de Penacova inaugura, no próximo dia 5 de
outubro, pelas 10H00, a Obra de Requalificação dos Espaços Públicos da Vila de
Penacova, que aliada à Construção do Edifício do Parque de Estacionamento e à
Requalificação do Edifício do Tribunal em Casa das Artes e da Cultura,
constitui o Projeto de Regeneração Urbana da Vila de Penacova, co-financiado
pelo QREN, através do Programa Mais Centro e pelo Município de Penacova,
ultrapassando todo o investimento os 2,2 milhões de euros.
O dia que assinala a Implantação da República será, em
Penacova, marcado igualmente pela homenagem da autarquia a António José de
Almeida, 6º Presidente da República Portuguesa, natural de Vale da Vinha (São
Pedro de Alva) e pelo lançamento da obra "Patrimónios de Penacova -
apontamentos para a sua valorização e divulgação", da autoria de Joaquim
Leitão Couto e David Almeida, editada pelo Município de Penacova, que terá
lugar pelas 14H30 na Biblioteca Municipal de Penacova/Centro Cultural.
![]() |
| adaptação do convite oficial |
Fonte: Câmara Municipal
30 setembro, 2012
Mensagem de penacovense radicado em Belém do Pará
Recebemos um comentário ao post "Cartas Brasileiras II"]
"Sou cidadão penacovense, resido em Belem do Pará neste maravilhoso País chamado BRASIL. Leio sempre este cantinho chamado Penacova on line para estar atualizado com as novidades do concelho. Como faz bem ao ego de um penacovense ler o manifesto de um irmão brasileiro, que se interessou e pesquisou nossa terra, melhor ainda é ver que serviu de inspiração ao lembrar de tão maravilhoso hino "foi um rio que passou em minha vida" do grande PAULINHO DA VIOLA. Este samba é realmente uma das melhores obras de PAULINHO.
Coincidentemente esse samba sempre me vem à lembrança quando visito nosso concelho, principalmente quando estou às margens do rio Alva sinto realmente o coração apressado pela alegria de ali estar novamente e o corpo tomado por uma nostalgia que me reporta à infância e pré-adolescência, quando mergulhava no verão em suas águas límpidas e frias e onde comecei as primeiras pescarias.
Oh saudade gostosa de sentir!!!!!!!!!!
PARABÉNS PELO ESPAÇO "CARTAS BRASILEIRAS"
Coincidentemente esse samba sempre me vem à lembrança quando visito nosso concelho, principalmente quando estou às margens do rio Alva sinto realmente o coração apressado pela alegria de ali estar novamente e o corpo tomado por uma nostalgia que me reporta à infância e pré-adolescência, quando mergulhava no verão em suas águas límpidas e frias e onde comecei as primeiras pescarias.
Oh saudade gostosa de sentir!!!!!!!!!!
PARABÉNS PELO ESPAÇO "CARTAS BRASILEIRAS"
Obrigado amigo! O Penacova Online fica ao dispor para a sua colaboração, se assim o desejar.
29 setembro, 2012
"Meu Rio de Prata": uma obra que vem enriquecer a bibliografia sobre Penacova e o Mondego
A sessão de lançamento teve lugar na Biblioteca Municipal de Penacova. A iniciar, contou com um apontamento musical muito agradável, proporcionado pelo Grupo Ensemble. A Vereadora da Cultura, Fernanda Veiga, deu as boas vindas aos presentes e Carina Quintas da Costa (ex-colega de Curso) fez a apresentação da obra considerando que se trata de um trabalho muito bem conseguido, "muito belo, muito leve e suave" sobre Penacova. Recorde-se que se trata de uma obra poética, forma de expressão literária preferida do autor. Além do enquadramento histórico e etnográfico, o livro traduz uma grande sensibilidade ambiental. A ameaça de construção da Mini-Hídrica (em cujo processo de contestação se envolveu) terá sido, em grande medida, uma das motivações para a sua publicação, conforme referiu Ulisses Baptista."Inicialmente não tinha intenção de editar, mas a dado momento senti que podia ser mostrado às pessoas"- esclareceu. A mensagem ambiental que encerra, acredita o autor, chegará mais facilmente ao grande público, através deste género literário, na medida em que a melodia, a rima (que gera expectativa) e a própria estrutura do poema (a quadra) tornam a obra mais leve não deixando de ser profunda. Neste sentido se inscrevem também as vertentes da educação ambiental.
Há um "elogio ao bucólico" apesar de alguns atentados ambientais, fruto do impacto humano e dos "atentados ambientais" que se cometeram no rio - disse Ulisses Baptista. Questionado sobre projectos literários, confidenciou que tenciona publicar um livro de Contos sobre temáticas penacovenses. No final, a Câmara Municipal proporcionou um momento de degustação da doçaria conventual do nosso concelho.
"Meu Rio de Prata" vem enriquecer, duma forma diferente, através da poesia, a bibliografia sobre Penacova e o Mondego.
clique nas imagens para ampliar
Filarmónica Boa Vontade Lorvanense: inscrições para a Escola de Música
Da Filarmónica Boa Vontade Lorvanense recebemos um pedido de divulgação,a que com toda o gosto correspondemos. Aqui fica pois, o essencial da mensagem recebida, bem como os folhetos anexos:
Vimos por este meio informar que estão abertas as inscrições para a frequência da Escola de Música – Ano lectivo 2012/2013.
As aulas iniciar-se-ão a 6 de Outubro.
Manteremos as inscrições abertas até dia 30 de Outubro, para todos os instrumentos, com a disponibilidade para abrir aulas por professores devidamente habilitados, para qualquer instrumento(piano, cordas, etc...).
Convidamo-vos a virem experimentar uma aula.
Agradecemos que divulguem esta actividade pelos vossos familiares e amigos e venham aprender música e a tocar num instrumento á vossa escolha, duma forma muito económica e com resultados comprovados muito positivos.
Para mais informações podem e devem enviar email ou usar os contactos do folheto que também anexamos.
Rui Batista
Clique sobre as imagens para visualizar melhor
27 setembro, 2012
Colóquio "Mosteiro de Lorvão: o Futuro da Memória"
![]() |
| Adaptação de cartaz do evento |
No âmbito das Jornadas Europeias do Património e do Dia Mundial do Turismo, o Município de Penacova promoveu hoje no Mosteiro de Lorvão o Colóquio "Mosteiro de Lorvão - O Futuro da Memória".
A iniciativa teve o apoio da Junta de Freguesia de Lorvão, da Associação Pró-Defesa do Mosteiro de Lorvão e da Filarmónica Boa Vontade Lorvanense.
O Colóquio, que contou com a presença do Prof. Doutor Nelson Correia Borges, da Prof. Doutora Fernanda Cravidão, do Arquitecto Fábio Nogueira e, em representação, da Direcção Regional da Cultura, do Dr. Artur Côrte-Real, tinha como objectivo lançar o debate sobre a futura utilização das instalações (Grande Dormitório do séc. VII) que durante cinquenta anos albergaram o Hospital Psiquiátrico.
A intervenção do Prof. Doutor Nelson Correia Borges teve como tema "A memória do património edificado". Aquele historiador traçou as linhas gerais da história mais longínqua de Lorvão, recordando que nesta localidade foi encontrado um machado neolítico, bem como uma inscrição atestando a existência de uma villa romana. Outro achado que se poderá entender como "a certidão de nascimento" do mosteiro foi uma pedra tumular visigótica. Referiu ainda as diversas fases da arquitectura do conjunto monástico até ao séc. XVIII. Um dos muitos aspectos que referiu foi o facto de, no caso de Lorvão, existir uma "harmonia perfeita entre o conjunto de construções e a natureza envolvente". Defendeu a recuperação do scriptorium que teve um papel importantíssimo na vida do mosteiro e de que são exemplo as célebres iluminuras lorvanenses.
A Prof. Doutora Fernanda Cravidão, catedrática de geografia, acentuou a ideia de que a valorização do património só faz sentido se este for colocado ao dispor das populações. Apontou como hipótese de aproveitamento do edifício, a instalação de uma Companhia Residente, no domínios das artes (Teatro, Música ou outras) bem como a instalação de um museu local, ou ainda como espaço de Forum Cívico.
O Dr. Artur Côrte-Real, arqueólogo, apresentou a experiência muito positiva da recuperação do Mosteiro de Santa Clara a Velha e das dinâmicas desenvolvidas no sentido da criação de públicos, já que Património e Turismo são dois aspectos que cada vez mais são indissociáveis de projectos bem sucedidos.
Por sua vez, o Arquitecto Fábio Nogueira, penacovense, apresentou o tema "Lorvão: um Olhar do Mosteiro para a Vila" salientando a "decadência" do Centro Histórico e apontando aspectos de completo desordenamento quer nos espaços públicos (ribeira, arruamentos, mobiliário urbano, placas toponímicas...), quer nas edificações privadas (caixilharias, rebocos, coberturas, degradação...). Em síntese, demonstrou que a qualificação do Mosteiro implica necessariamente a qualificação da Vila e considerou urgente a elaboração de um Plano de Salvaguarda.
No contexto destas comemorações, actua amanhã no auditório da Biblioteca Municipal de pelas 21H30, o Ensemble de Saxofones de Coimbra.
David Almeida
23 setembro, 2012
Baptista brasileiro com raízes em Cácemes procura parentes portugueses
"Bom dia Sr.
David Almeida,
Primeiramente, gostaria
de parabenizar-lhe pelo seu Blog. Ele é fantástico. Mostra as grandes virtudes
deste lindo lugar ao qual estive em Dezembro de 2008.
Meu bisavô
aí nasceu em 1872 e viveu , se formou em Coimbra em 1894 pelo Curso de Farmácia
e no ano seguinte viajou para o Brasil,constituiu família,da qual descendo e
faleceu na cidade de Belem do Pará." - assim começava uma mensagem de e-mail recebida recentemente do Brasil.
É gratificante saber que o Penacova Online é lido por penacovenses e descendentes de penacovenses espalhados pelo mundo fora, especialmente no Brasil.
Desejando estabelecer contacto com familiares, pede-nos para publicar o seguinte:
"Baptista
brasileiro com raízes em Cácemes está à procura de parentes portugueses. É
trineto de Manoel Baptista e Maria Joaquina da Silva Baptista. Se os Srs têm em
sua ascendência, uma destas pessoas: Mariana, José, Cecília, Bernardo, Maria da
Encarnação, Maria Rita, Antônio, todos estes, com sobrenome Baptista, por favor
entre em contato com este e-mail:odartsem@hotmail.com. Teremos um
imenso prazer em conhecê-los".
Colocamos também ao dispor o nosso endereço:
penacovaonline2@gmail.com
Cartas Brasileiras II
Um rio para pescar
Com o coração apressado, todo meu corpo tomado, li no blog
que nos dias 11 e 12 de agosto foi realizado o 5º Campeonato do Mundo de
Veteranos em Água Doce, prova que trouxe
até ao rio Mondego delegações da Bélgica, França, Holanda, Hungria,
Inglaterra, Itália e Portugal.
Por que com o coração assim apertado, tão emocionado?
Bem, resido em São Paulo, cidade com quase 11 milhões de
habitantes; considerando a região metropolitana são 19 milhões.
Da sacada do vigésimo primeiro andar do meu apartamento
posso ver o Rio Pinheiros, um dos rios que corta a cidade. Aqui do alto, tenho
a impressão de que as águas estão paradas, na verdade seguem lentas; águas de
um rio morto pela poluição.
Eis porque me doeu o
coração quando li sobre o torneio de pesca, uma dor de sadia inveja me tocou
fundo, pois não tenho em minha cidade o Mondego, não tenho o Alva. Pesquisando
sobre Penacova encontrei as praias fluviais; que beleza, que dádiva, que
riqueza. Santo Deus! Feliz o povo que pode ter um rio vivo cortando suas
cidades, passando por seus quintais; felizmente
temos aqui ainda cidades com tal
privilégio.
Esforço-me, não quero escrever cartas chorosas. Então, por
falar em rio, lembrei-me de Paulinho da Viola, compositor brasileiro, nascido
em 12 de novembro de 1942, autor de músicas inesquecíveis. Ele integra a ala
dos compositores da Escola de Samba Portela, uma das comunidades do Rio de
Janeiro. Em 1970 compôs “Foi um Rio que passou em minha vida”; sucesso nacional
que se tornou hino de exaltação à Portela. Lá na frente, diz a letra da música:
“Quando alguém que não me lembro anunciou! Portela, Portela!
O samba trazendo alvorada, meu coração conquistou. Ah! minha
Portela, quando vi você passar, senti meu coração apressado, todo o meu corpo
tomado, minha alegria a voltar. Não posso definir aquele azul, não era do céu,
nem era do mar. Foi um Rio que passou em
minha vida, e meu coração se deixou levar”.
Uma escola ao entrar para desfilar na Passarela do Samba tem
seu nome anunciado. Paulinho da Viola coloca-se com um expectador na
arquibancada, sente a emoção ao ouvir o anúncio de escola. Os desfiles começam
à noite, porém quando a derradeira escola entra na avenida já é manhã, por isso
“o samba fazendo alvorada”. Ao ver tanto azul, diz que não saber definir de onde era aquele
azul, não era do céu, não era do mar. O azul é a cor da escola. Quando vê a
escola a desfilar, a passar diante dele, tem a sensação de que é um rio, um rio
de águas azuis; ele encantado se deixa levar.
Chega de prosa, os vídeos falarão melhor. No primeiro, uma
gravação de 1980; Paulinho, ainda cabelos pretos, aos 38 anos. O segundo, já
cabelos brancos, acompanhado pela “velha guarda” da Portela.
21 setembro, 2012
Tradicional Descamisada na Rebordosa é já amanhã
Vai realizar-se amanhã a tradicional Descamisada, organizada pelo União Popular da Rebordosa, Grupo de Cavaquinhos e Grupo de
Jovens por uma Rebordosa Melhor, pelas 21:30, no calçadão junto à sede UPR.
Mas o programa começa mais cedo:
07:00 recolha das espigas cedidas pelos
"latifundiários" da Rebordosa, Freixieiro, Louredo ou Magares.
10:00 mata-bicho.
14:00 preparação do cenario.
21:30 descamisada
Nota: os participantes devem trajar-se minimamente á época
dos nossos avós, há cem anos esta parte. As senhoras levam os acepipes: salgadinhos, doces, filhós,
cascoreis etc….. Os homens levam as bebidas.
Fonte: José Almeida
"Meu Rio de Prata": livro de Ulisses Baptista vai ser apresentado na Biblioteca Municipal
No Sábado, 29 de Setembro, pelas 15:00 na Biblioteca Municipal de Penacova será apresentado o livro de Ulisses Baptista Meu Rio de Prata.Na sua página do Facebook, o autor escreve:
"Meu
Rio de Prata" é um livro que fala de Penacova e do rio Mondego. Duma forma
acessível, tenta também dar a conhecer o impacto humano no rio que banha
Penacova, desde há longos anos até à actualidade; e transpirando de
musicalidade, relata alguns dos costumes das suas gentes e das suas paisagens
bucólicas.
17 setembro, 2012
Penacova comemora Dia Mundial do Turismo
Integrado nas Jornadas Europeias do Património vai ralizar-se no dia 27 pf em Lorvão um colóquio subordinado ao tema "MOSTEIRO DE LORVÃO - O FUTURO DA MEMÓRIA".
12 setembro, 2012
09 setembro, 2012
Casa do Concelho de Penacova em Lisboa realizou almoço-convívio em Travanca do Mondego
![]() |
| Imagem: website do Hotel Rural Quinta da Conchada |
Este ano foi a vez de Travanca do Mondego receber os nossos conterrâneos radicados em Lisboa. No almoço-convívio que se realizou no Hotel Rural Quinta da Conchada participaram cerca de 100 penacovenses, muitos vindos de Lisboa, outros provenientes das várias freguesias, em especial de Travanca, a freguesia anfitriã.
Usaram da palavra o Presidente da Casa do Concelho, Sr. José Bernardes; o Presidente da Junta de Travanca, Dr. João Azadinho; o Presidente da Junta de Lorvão, Dr. Mauro Carpinteiro e por último, o Presidente da Câmara, Dr. Humberto Oliveira.
No salão de eventos daquela unidade hoteleira, após o almoço, houve também lugar para a animação musical, bem como tempo para apreciar as belezas do ambiente circundante, ali aos pés do Mondego, muito perto da Barragem da Aguieira.
O momento dos aperitivos antes da entrada para o salão de eventos onde foi servido o almoço
O Presidente da Associação Regionalista, Sr. José Bernardes, usando da palavra. |
fotos: Foto Arlindo |
03 setembro, 2012
Cartas Brasileiras I
Por ter parentes de minha mulher oriundos de Penacova, atrevido, me ofereci ao amigo David Almeida como colaborador do Penacovaonline, para enviar textos desde esse longínquo Brasil.
Creio que o gentil gestor do blog não encontrou meios para me dizer não; assim é que aqui estou.
É verdade, depois de uma longa data, desde a oferta. Aconteceu que me pus a pensar como escrever dirigindo-me, principalmente, para leitores de Portugal, sabendo da existência de particularidades interessantes existentes na língua comum a todos nós.
Realmente, ou seja “de fato”, porque aqui não se escreve de “facto”, o texto poderia acabar por se tornar ininteligível, quando se sabe que “fato” nas terras lusitanas se refere à roupa masculina, para nós “terno” (camisa, calça e colete).
As pessoas aqui, em sua grande maioria, vão trabalhar tomando “ônibus”, enquanto ai utilizam o “autocarro”, embora sejam a mesma coisa. Viajamos de “trem” e não de “combóio”; se bem que aqui trem também pode significar alguma coisa extravagante.
Podemos nos referir a um grupo expectadores somo sendo uma “galera”, isto é, uma turma, nunca como uma embarcação. As torcidas, suas ditas claques, aqui compram camisas de seus times (clubes) de futebol, jamais “camisolas”, por serem vestimentas que as mulheres usam para dormir.
Em uma fonte de água pode existir uma “bica”, um tubo por onde escorre o líquido, que colhido pode ser utilizado para fazer um “cafezinho”, para vocês, “bica”. Com a laranja fazemos “suco”, que ai se chama “sumo”; o Papa é para nós o Sumo Pontífice.
Mulher que muito fala é tagarela ou faladeira, chamá-la de “galinha” é dizer que se deita com todo mundo!!! E se for feia ela é um tribufu.
Até outro dia, um abraço a todos.
P.T.Juvenal Santos – São Paulo - Brasil
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NR: Obrigado por este intercâmbio que muito nos honra e que esperamos continue com regularidade.
02 setembro, 2012
27 agosto, 2012
Bolsas de Estudo para o Ensino Secundário e Superior a atribuir pelo Município
Estará aberto entre 01 de setembro e 15 de outubro, o prazo de candidaturas à atribuição de bolsas de estudo para estudantes que frequentem o Ensino Secundário e Superior, residentes no concelho de Penacova.
O Município de Penacova atribui, em cada ano escolar, quatro Bolsas de Estudo a estudantes que frequentem o Ensino Secundário e oito Bolsas de Estudo a estudantes que frequentem o Ensino Superior Público que, nas palavras do Vice-Presidente da Autarquia e Vereador com as áreas da Educação e Ação Social, Ernesto Coelho, “se destinam a proporcionar aos alunos do concelho que frequentam o ensino secundário e o ensino superior, e são provenientes de agregados familiares com baixos recursos económicos, a possibilidade de prosseguirem os seus estudos.”
As Bolsas de Estudo atribuídas pelo Município de Penacova correspondem a um montante pecuniário atribuído mensalmente pela autarquia com a duração dos 10 meses correspondentes ao ano escolar. Para além de residirem na área geográfica do concelho, há pelo menos 3 anos, os candidatos às Bolsas de Estudo, devem ter obtido aproveitamento escolar no ano letivo anterior, com média final igual ou superior a 4 ou 14 valores, para o ensino secundário, e igual ou superior a 14 valores, para o ensino superior, e apresentar comprovada situação de carência económica.
No entanto, o Vice-Presidente da Autarquia, sublinha que “dada a situação socioeconómica do País, a que as famílias de Penacova não são alheias, os Regulamentos de Concurso a Bolsas de Estudo para o Ensino Secundário e para o Ensino Superior, preveem que, em casos extremos de carência económica, os alunos que tenham média mais baixa do que a regulamentada, possam candidatar-se igualmente à bolsa de estudo. A atribuição de Bolsas de Estudo, pela autarquia, tem como objetivo fundamental o combate ao abandono escolar pelos alunos do concelho e, igualmente, contribuir para colmatar as carências económicas das famílias, razão pela qual, em muitos casos esse abandono se concretiza facto que, no nosso entender, deverá ser combatido por todos os meios e, nesse âmbito, os serviços de Ação Social do Concelho têm desempenhado uma missão sobremaneira importante no apoio às famílias.”
Fonte: Nota de imprensa da Câmara Municipal
O Município de Penacova atribui, em cada ano escolar, quatro Bolsas de Estudo a estudantes que frequentem o Ensino Secundário e oito Bolsas de Estudo a estudantes que frequentem o Ensino Superior Público que, nas palavras do Vice-Presidente da Autarquia e Vereador com as áreas da Educação e Ação Social, Ernesto Coelho, “se destinam a proporcionar aos alunos do concelho que frequentam o ensino secundário e o ensino superior, e são provenientes de agregados familiares com baixos recursos económicos, a possibilidade de prosseguirem os seus estudos.”
As Bolsas de Estudo atribuídas pelo Município de Penacova correspondem a um montante pecuniário atribuído mensalmente pela autarquia com a duração dos 10 meses correspondentes ao ano escolar. Para além de residirem na área geográfica do concelho, há pelo menos 3 anos, os candidatos às Bolsas de Estudo, devem ter obtido aproveitamento escolar no ano letivo anterior, com média final igual ou superior a 4 ou 14 valores, para o ensino secundário, e igual ou superior a 14 valores, para o ensino superior, e apresentar comprovada situação de carência económica.
No entanto, o Vice-Presidente da Autarquia, sublinha que “dada a situação socioeconómica do País, a que as famílias de Penacova não são alheias, os Regulamentos de Concurso a Bolsas de Estudo para o Ensino Secundário e para o Ensino Superior, preveem que, em casos extremos de carência económica, os alunos que tenham média mais baixa do que a regulamentada, possam candidatar-se igualmente à bolsa de estudo. A atribuição de Bolsas de Estudo, pela autarquia, tem como objetivo fundamental o combate ao abandono escolar pelos alunos do concelho e, igualmente, contribuir para colmatar as carências económicas das famílias, razão pela qual, em muitos casos esse abandono se concretiza facto que, no nosso entender, deverá ser combatido por todos os meios e, nesse âmbito, os serviços de Ação Social do Concelho têm desempenhado uma missão sobremaneira importante no apoio às famílias.”
Fonte: Nota de imprensa da Câmara Municipal
24 agosto, 2012
Filarmónica Lorvanense recebe Banda de Câmara de Lobos
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| Filarmónica Boa Vontade Lorvanense |
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| Banda Municipal de Câmara de Lobos |
A Filarmónica Boa Vontade Lorvanense no âmbito do seu programa de Intercâmbio Cultural recebe, em Lorvão, entre 29 de agosto e 4 de setembro, a Banda Municipal de Câmara de Lobos "Recreio dos Lavradores", fundada naquela localidade da Ilha da Madeira, em 1872.
A Banda Municipal de Câmara de Lobos "Recreio dos Lavradores" retribui, desta forma, a visita realizada pela Filarmónica Boa Vontade Lorvanense, em 2010.
A Banda Municipal de Câmara de Lobos "Recreio dos Lavradores" retribui, desta forma, a visita realizada pela Filarmónica Boa Vontade Lorvanense, em 2010.
CONTINUE A LER NO SITE DA CÂMARA MUNICIPAL:
http://www.cm-penacova.pt/noticias/index.php?target=noticias&id_noticias=713&id_website=1
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