Por vezes penso que o nosso País anda “fora do eixo”!
E isto porque não percebo a febre da publicidade nas televisões que tratam das questões do “jogo” e, também, dos “empréstimos manhosos”…
Aos quais vão “dando a cara” figuras ditas de dimensões populares: como Catarinas Furtado ou Cristinas Ferreira, etc, etc, etc.
Nem reparam que os anúncios correm, desenfreadamente, em horários em que há Crianças e Jovens a ver televisão…
As ditas “empresas manhosas”, facilitam o consumo, emprestando dinheiro a juros absolutamente especulativos.
As pessoas sem condições -e com iliteracia económico/financeira recorrem a estas “salvadoras” que, quando a prestação não chega entram com a execução directa e lá vai tudo o que se tem…
As empresas do jogo online (que são como os cogumelos), essas induzem-no no cérebro como de droga se tratasse.
E até os não jogadores compulsivos para lá remam, até ficarem sem nada…
As perguntas são:
. Não há quem supervisione estas questões da publicidade inconveniente?
.. Esta não se situa ao nível do álcool ou do cigarro?
… As Crianças e os Jovens não têm se ser preservados?
…. E o que dizer destas “figurinhas” que se entregam ao espalhar destes vícios?
Partindo do fim, na minha opinião modesta, as duas “modelos” de que falei, são pessoas que aproveitam os louros das audiências para se imporem aos consumidores.
E essa atitude é eticamente reprovável.
No caso da senhora Cristina, parece nada existir que lhe chegue para satisfazer a sua vocação voraz.
No caso da senhora Catarina, até me parece poder dizer-se que incorre em regime de incompatibilidade, uma vez que sendo funcionária da RTP (como parece e segundo dizem), não seria crível que se pudesse meter nestas situações tristes.
Ademais, está (ou esteve) ligada a uma Associação e à própria ONU, o que redunda, pois, numa vergonha completa.
As Crianças e os Jovens merecem que alguém se atravesse na defesa dos seus Direitos - que são muitos - mas que parecem esvaziar-se na voracidade dos tempos.
Quanto às Entidades de Supervisão, o que parece é que se deixam levar pelos buracos da Lei, que são muitos.
De resto,
É o que se generalizou no nosso País acerca de quase tudo…
No que respeita às Pessoas que se deixam levar nestas publicidades tristes, a minha recomendação é a de que não se deixem “ir no paleio” destes “vendedores baratos”, que vão enriquecendo à custa da desgraça alheia.
Quanto às Crianças e Jovens só posso pedir aos familiares que se movam para impedir a “invasão da casa” por toda esta desgraça.
Zanguem-se!
Luís Pais Amante
