Sonhar ou levitar?
Estamos no Inverno
O nevoeiro é denso
Mesmo, até, intenso
Sobre o lugar eterno
Acordo de manhã
E vou à minha janela
Para ver se sob ela
Ainda está tecido lã
E fico boquiaberto
Quando já desperto
Não vejo o Mondego
Nem o seu profundo Vale
Nem o “charme” em areal
Do Reconquinho em “ego”
Luís Pais Amante
Casa Azul
A propósito de uma fotografia espectacular com o crédito de Cátia Mateus,
onde a nossa Casa Azul parece levitar sobre o nevoeiro da manhã.

Lindo poema,adorei a forma como as palavras fluem, a foto complementa perfeitamente o sentimento!
ResponderEliminarAss: Eduardo Miguel BECAS
Alvaro Seco
ResponderEliminar"Sonhar ou levitar?"
ResponderEliminarLindo poema e enquadrado no no inverno que estamos a atravessar e não deixa de enaltecer o nosso Mondego como a "celebre Casa Azul".
Um grande abraço, Luís!
A Casa Azul torna-se símbolo:
ResponderEliminar– da memória que resiste quando o mundo desaparece,
– da identidade que flutua quando as referências se escondem,
– da poesia que nasce exatamente nesse intervalo entre o visível e o imaginado.
Manuelita
Levitar, sem dúvida! Sonhar é normal e diário, enorme abraço!
ResponderEliminarBoa noite ,maravilhoso poema, adorei. Beijinhos
ResponderEliminarFico feliz quando abro minha janela da vida e vejo que mesmo com sol ou neblina, o dia acendeu pra mim num sorriso, me dando um salve de boas vindas!
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